É estranho como que mesmo depois de ter dito tudo que tinha pra te dizer, eu ainda sinto como se tivesse muito ainda não dito. Mas eu sei que isso é só um instinto. E mesmo se ainda houvesse algo a ser dito, eu não diria.
A verdade é que sim, você realmente fez a diferença pra mim, e sim, eu duvidei da sua capacidade de ser algo tão bom na minha vida. Você sabe muito bem como é isso, depois de certas coisas, a gente constrói muros pra nos proteger. Só que os meus foram caindo, a medida que os seus continuavam de pé.
Hoje é um dia especial pra você, pois você tá completando mais um ano de vida e um ano significa tempo. Tempo significa maturidade, tanto emocional quanto racional, e eu espero que você tenha amadurecido o máximo possível desde a última vez que trocamos algo sincero, para que um dia, quem sabe, a gente possa se encontrar para novamente trocar algo sincero, mesmo que seja algo ruim, mas que seja sincero.
Isso não é uma carta de redenção, pois essas palavras eu escrevi pensando mais em mim do que em você. Eu espero mesmo que um dia possamos trocar sorrisos verdadeiros e promessas singelas um pro outro, aquele tipo de promessa que você faz pra si mesmo, sem dizer uma palavra, apenas prometendo ao seu coração que você quer que aquele momento ali dure pra sempre. Já quebramos muitas promessas, já traímos a nós mesmos, e isso vale muito mais pra você do que pra mim. Não pretendo me trair de novo, como eu fiz por você, mas espero com toda a sinceridade do mundo que o futuro ainda possa ser diferente, mesmo sabendo que, por mais que você procure, talvez nunca ache alguém que te levará tão a sério quanto eu levei, e mesmo você achando que eu não te levei a sério o bastante.
E é isso. Sem mais hipocrisia, te desejo um feliz aniversário, mas não vou até você pra desejar isso, porque no fundo, quero que você se arrependa de todas as suas decisões.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Planeta Água, Terra e tudo mais
A água que chega a dissolver alguns grãos da terra sofrida, não necessáriamente fora desonesta, disse Deus.
Ao líquido cheio de vida, mas morto, fora dado a transparência que logo se vai com uma impressão grandiosa.
A água, cobriu 70 e tantos porcento da superfície do nosso pseudplanetóide egocêntrico, que não reclamou.
A terra 70 e tantos por cento submissa gritou: ME DEIXA VER A LUZ PORRA
Ao líquido cheio de vida, mas morto, fora dado a transparência que logo se vai com uma impressão grandiosa.
A água, cobriu 70 e tantos porcento da superfície do nosso pseudplanetóide egocêntrico, que não reclamou.
A terra 70 e tantos por cento submissa gritou: ME DEIXA VER A LUZ PORRA
A água insolente não recuou, e Deus não atendeu. Faltou-lhe senso de justiça, talvez? Há muitas dúvidas quando se trata de Deus...
A terra maltratada chorou. A luz não mais a alcançou. Fora esquecida, tornou-se o fundo de algo.
A terra tentou ser forte mas tinha perdido algo importante: dignidade.
Logo, veio o homem. Foi quando a terra começou a amar a água.
A terra maltratada chorou. A luz não mais a alcançou. Fora esquecida, tornou-se o fundo de algo.
A terra tentou ser forte mas tinha perdido algo importante: dignidade.
Logo, veio o homem. Foi quando a terra começou a amar a água.
O homem de tantos trejeitos, tanta moral; é a máquina da inovação do planeta!- Anunciava pelas bandas orientais.
A água descontente tinha perdido o trono, Deus coroara a raça humana, protagonistas a partir de agora. Quando criança? Tudo é muito belo, dê doce na boca deles Deus! Dê!
Hahaha, preciso contar que depois de pouco tempo, Deus se vira diante de um monstro que ele próprio criara, que ele próprio havia alimentado! O que fez tal ser unânime de tanta onisciência e onipotência? Escondeu-se.
A água descontente tinha perdido o trono, Deus coroara a raça humana, protagonistas a partir de agora. Quando criança? Tudo é muito belo, dê doce na boca deles Deus! Dê!
Hahaha, preciso contar que depois de pouco tempo, Deus se vira diante de um monstro que ele próprio criara, que ele próprio havia alimentado! O que fez tal ser unânime de tanta onisciência e onipotência? Escondeu-se.
A raça humana virara uma bomba, um buraco negro que devora, e tritura tudo por onde passa. – Alguém por aí? – Dizem os humanos. E mesmo obtendo milhões de respostas, tapa os ouvidos automaticamente, Deus não lhes dera o dom de ouvir. Aí eles destroem... – Deus quem és tu? Cadê a bíblia? Quero chocolate! Mãe vem me buscar hoje? Sexo sem camisinha não rola cara, desculpa. Porra, foi gol filho da puta. Amém. Infelizmente ele não resistiu a operação. Volta! Pode demolir! Isso é um assalto.
Bons tempos em que a terra e a água valsavam sob uma rivalidade decente.
Por Bre e Poeta Cretino
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